A Vida nos Bosques

18 de agosto de 2017

Saudações faéricas!

Existe um livro que eu me identifico quase que completamente, este livro se chama Walden, Ou A Vida nos Bosques, de Henry David Thoreau. É uma autobiografia do autor durante os anos que ele viveu ao lado do lago Walden, em Concord – Massachusetts.

O sr. Thoreau decidiu abandonar a cidade grande para viver em um bosque. Ele construiu sua casinha com madeiras do próprio local, plantou feijões e outras plantinhas para consumo, e viveu por lá durante várias estações. O autor no primeiro capítulo nos conta seus motivos de ter preferido viver de forma não “civilizada” perante a sociedade do século XIX. Naquela época as pessoas que viam a vida de forma diferente eram duramente criticadas e perseguidas. Thoreau foi bastante criticado, principalmente após publicar este livro. Porém ele foi uma pessoa autêntica e viveu da forma como quis sem se importar com os olhares tortos da sociedade.

Ele não faz apenas críticas a sociedade daquela época. Ele também escreve sobre a simplicidade, a natureza, alimentação e outros assuntos. Meus assuntos preferidos é quando ele descreve a fauna e a flora local… Os bichinhos que ele observava e até um passarinho que pousou em seu ombro!

E por que eu me identifico tanto com este livro? Porque assim como o autor, sinto imensa necessidade de estar com a natureza. Mas por enquanto eu ainda não reuni força de vontade suficiente para deixar a urbanização. Apesar dessa minha conformidade, eu procuro sempre visitar matas e jardins, explorar qualquer pedacinho de terra que tenha árvores, flores, insetos, pássaros… Identifico-me também com a forma de ver a simplicidade e de como eu me detesto quando percebo as minhas futilidades, mas estou sempre buscando valorizar o que é essencial.

 

Logo me descobri vizinho dos pássaros; não por prender algum deles, mas por ter me engaiolado perto deles.”

 

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Adivinha quanto eu te amo?

2 de agosto de 2017

Saudações faéricas!

Eu sou muito apaixonada pelas ilustrações da Anita Jeram! Um dos livros infantis mais fofos que já li foi ilustrado por ela. Ela desenhou e aquarelou muitas lebres e coelhos. “Guess How Much I Love You” ou em português “Adivinha Quanto Eu Te Amo” é um livro que todas as crianças deveriam ler e poder possuir, e seria ainda mais mágico se os pais lessem para elas.

Quando eu penso na simplicidade, eu percebo que ela esconde grandes tesouros. É um livro singelo, mas isso não é nenhum defeito. Ele conta a história de duas lebres: Big Nutbrown Hare e Little Nutbrown Hare. Não sabemos se os personagens trata-se de um pai e filho, ou mãe e filho, ou dois irmãos… O mais tocante é o amor que há entre eles e que uma família é feita de amor, independente de como sejam seus integrantes. Vocês conseguem adivinhar o quanto as lebres se amam?





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Brambly Hedge

30 de julho de 2017

Saudações faériecas!

Estou com saudade de ver a luz do Sol, de sentir calor… Aguardo ansiosamente pelo Equinócio de Primavera! Enquanto 22 de setembro não chega, leio um pouco sobre uma história da primavera e aprecio as ilustrações de uma das ilustradoras que mais amo, a Jill Barklem!

Jill Barklem escreveu e ilustrou a vida de ratinhos ingleses em uma coleção de histórias (Spring, Summer, Autumn, Winter, The Secret Staircase, The High Hills, Sea Story e Poppy’s Babies). A família de ratinhos vive em uma cerca perto de um riacho e eles passam por tantas aventuras acolhedoras e tudo é tão encantador por se passar em cada estação. Suas ilustrações são de aquarela e ricas em detalhes! Queria ser pequena o suficiente para viver nos tocos de árvores feitos pela Senhora Barklem.







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The Art Of My Neighbor Totoro

25 de maio de 2017

Saudações faéricas!

De todos os personagens do Studio Ghibli o que eu mais amo é o Totoro! Ele é um monstro, mas é um monstro bonzinho, gentil, engraçado e adora cochilar na sua toca na floresta.

Hayao Miyazaki neste livro relata que gostaria de produzir um filme emocionante que não apenas entretesse quem o assistisse. Gostaria que o espírito do filme fizessem os adultos relembrarem sua infância e que inspirasse as crianças a serem exploradoras, escalassem árvores…

Apesar desse livro ser muito mais técnico, eu me encantei demais com as sketches aquareladas do filme e toda a produção, como uma animação é feita (mesmo sem entender nada haha). Eu percebo que muito de suas produções tem alguma metáfora sobre a natureza e essa é uma das coisas mais lindas sobre o trabalho do Miyazaki e Studio Ghibli.

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Caçadora de Livros

20 de maio de 2017

Saudações faéricas!

Eu amo procurar por livros em sebos e livrarias, tanto virtualmente como presencialmente. Considero-me uma caçadora de livros, pois sempre estou encontrando algo raro e precioso. Em uma de minhas aventuras tive a imensa sorte de achar o livro A Alegria de Viver Com A Natureza (The Country Diary of an Edwardian Lady) da minha amada Edith Holden. Consegui esta edição em português e dei vários pulinhos quando esta chegou na Rua dos Passarinhos Azuis.

Edith Holden foi uma naturalista e ilustradora de livros infantis, da natureza e também professora que viveu entre os anos de 1871 até 1920. Ela viveu na Inglaterra e teve a ótima ideia de fazer um diário sobre a natureza do local em que morava. Uma destas anotações é o livro chamado de The Country Diary of an Edwardian Lady, publicado pela primeira vez em 1977. No entanto, Edith ganhou notoriedade apenas após muito tempo de seu falecimento, através do The Country Diary. Desde que conheci o seu magnífico trabalho há alguns anos, me encantei completamente!

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Como eu gosto do meu livro de histórias

14 de maio de 2017

Saudações faéricas!

Como Eu Gosto do Meu Livro de Histórias foi escrito e ilustrado por Anita Jeram. Ela é uma ilustradora e escritora de livros infantis. Ela recebeu conhecimento por ilustrar um livro de Sam McBratney chamado “Guess How Much I Love You” que em português ficou “Adivinha Quanto Eu Te Amo”. Qualquer dia desses eu faço uma publicação sobre esse livro que é muito, muito amorzinho!

Nesta história há um coelho fofinho que ama ler! Ele ama entrar em seu livro e visitar seus amigos: as fadas, gigantes, unicórnios, uma princesa e entre outras criaturas mágicas da floresta. Ele adora fazer diversas coisas com seu livro. O Coelho e seu livro de histórias são amigos inseparáveis! Afinal, qual leitor não se identificou com esse nosso amigo, não é mesmo? Eu me identifiquei muito.



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A Tale for Easter – Tasha Tudor

16 de abril de 2017

Saudações faéricas!

Hoje eu despertei muito confusa, pois nesta última sexta eu desejei Feliz Páscoa às pessoas… Mas é hoje o dia de Páscoa! Então espero que o seu domingo seja repleto de chocolates.


Este livro da Tasha Tudor é puro amor, afinal o que este ser humano não fez que fosse um amorzinho? O conto começa assim “Você nunca pode dizer o que pode acontecer na Páscoa. Você não está sempre certo quando ele está chegando, mesmo que você vá para a Escola Dominical”. Como podem ver, ler Tasha Tudor é fazer uma viagem no tempo e como é deliciosa esta viagem! Se as crianças tiverem sido boas durante o ano, na noite de Páscoa elas sonharão com as coisas mais lindas, é a partir daí que nossos olhos começam a se maravilhar com as ilustrções delicadas da Senhora Tudor. Eu separei algumas que mais me encantaram.





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O Hobbit – J.R.R Tolkien

19 de março de 2017

Saudações faéricas!

Ser um hobbit é gostar de estar no sossego de sua toca, esperar pela hora das refeições, fumar um cachimbinho diante da lareira, cultivar um jardim… Viver em plena tranquilidade e conforto. Contudo, um mago surgiu na vida de Bilbo Bolseiro o designando uma tareja, uma aventura da qual irá marcar para sempre o nosso querido hobbit.

Bilbo com muita relutância, pois não queria perder a hora do jantar, é persuadido por Gandalf (o mago) e decide então partir rumo a sua aventura a qual encontrou e conheceu anões, elfos e também uma criatura bem estranha chamada Gollum, entre outras criaturas estranhas.

As aventuras nos deixam marcas eternas, cada pedacinho de terra que caminhamos deixa um pouco delas em nós e um pouco de nós ficam gravadas nelas. Não foi diferente com o hobbit Bilbo.

Sou bastante grata ao Tolkien por ter criado um mundo de fantasia que eu gosto tanto de me refugiar de vez em quando. ♡

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Around the Year – Tasha Tudor

15 de fevereiro de 2017

Saudações faéricas!

Eu vim lhes apresentar (para quem não conhece) um dos livros da Tasha Tudor. Eu sou uma eterna admiradora do trabalho da Tasha, a amo por ter sido uma pessoa bastante singela e talentosa. E gostaria de compartilhar aqui um livro muito amorzinho de texto e ilustrações de sua autoria. Na minha estante há o livro The Secret Garden, da autora Frances Hodgson Burnett cujas ilustrações foram feitas pela Tasha Tudor. Também amo muito a história do Jardim Secreto e ele é um dos meus livros e filmes favoritos!

Há um tempo estou com uma meta de adquirir os livros de pessoas que me inspiram muito, um dos temas que mais me agradam são os livros ilustrados e a Tasha com certeza está nesta minha lista. O estilo dela é antiquado e isto me encanta, pois eu admiro muito coisas antigas como a maneira que as pessoas antigamente desenhavam e pintavam. Tudo é muito delicado e repleto de detalhes, suas ilustrações me transportam a uma época tão distante e repleta de belezas. Confesso que sou fascinada por tempos longíquos.

Around the Year é um livro com pequenos poemas para cada mês do ano. Não espere encontrar muito texto, pois nos livros dela o que irá encontrar são muitos e muitos desenhos. É para vislumbrar os olhos e deixar a tua imaginação visual te transportar para aquele mundo! Se deliciar com as ilustrações da Tasha Tudor é fazer uma viagem no tempo, e eu como sou uma eterna aventureira, irei sempre abrir este livro para entrar numa época a qual não pertenço. Como estamos no mês de fevereiro, fotografei as ilustrações e alguns detalhes que há para esta época.





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Pax ♡

1 de janeiro de 2017

Saudações faéricas!


Bem no finalzinho de dezembro de 2016 eu comecei a ler e concluí um livro que me encantou só por ter visto a capa. Eu pensei: preciso lê-lo, tenho certeza que irei amar! E foi exatamente isto que aconteceu. O livro Pax é da autora Sara Pennypacker, nele contém algumas ilustrações fofas feitas por Jon Klassen. Além da estética bem florestal, a história é muito linda e emocionante. Eu me peguei derramando lágrimas em alguns momentos específicos, principalmente no final. Uma das coisas que mais achei legal, é que a autora utilizou o conhecimento científico a respeito das raposas vermelhas para descrever a personagem Pax. Eu, como cientista em formação, acredito que isto é muito, muito importante!

Pax é uma raposa que foi salva, quando ainda era muito filhote, por um menino chamado Peter. Eles eram dois, sem serem dois. A guerra estava chegando e Peter foi obrigado a deixá-lo em uma estrada ao lado de uma floresta. É a partir daí que eles iriam viver novas descobertas, aventuras, vivências de autoconhecimento etc. O livro é muito lindo e eu recomendo a todos!


“Tem uma doença que às vezes dá nas raposas que as faz deixar de agir de maneira normal e atacar estranhos. A guerra é uma doença humana parecida.”

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