“… tudo se transforma.”

25 de agosto de 2014
Na Natureza nada se cria, nada se perde, tudo se transforma. – Antoine Lavoisier.

Ultimamente tenho pensado nesta frase e desejei expor aqui a minha outra maneira de interpretá-la. Não são os olhos da Verônica como futura cientista, aqui são os olhos da Verônica artista. A Verônica que vê arte em tudo, vê poesia no olhar, música no vento e aconchego no silêncio da madrugada.

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Coleções

30 de junho de 2014
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Desde pequenina sempre fui atraída a tudo que se refere a natureza. Um dia estavam podando as árvores da rua em que morava e eu sempre colhia um galho e entregava para minha vó como presente. Eu brincava no quintal de casa com a terra das plantas e houve um dia que comi flores, era a Cantharanthus roseus. Tinha um gosto amargo, mesmo assim sempre as colocava em minha boca. Ah, nem sei porquê eu o fazia! Quando caminho, fico a olhar para o chão por muito tempo e sempre algo desperta o meu interesse: são pedras, borboletas mortas ou somente suas asas, folhas secas, galhos… Gosto de pegá-los e guardar comigo. Às vezes quando me sinto triste ou estou entediada, vou até minhas caixas e fico tocando em cada ser, que para mim é algo mágico. A natureza me fascina e irei compartilhar aqui um pouco dessa magia que guardo comigo.
Eu gosto de caminhar em dias ensolarados e passear por lugares que tenha um pouco de natureza, pelo menos. Gosto de fotografar o que me encanta. Gosto de pisar em folhas secas, sentar-me e ler sob a sombra de uma árvore. Pedir licença, e colher sementes, folhas e outras coisas do chão.
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