Saudações faéricas!

Há muito tempo sentia vontade de fazer pequenas ilustrações de animais, plantas, fungos etc com estudos sobre o organismo representado. Finalmente iniciei esta minha ideia! Quem estreou no Jornal Natural Ilustrado foi uma corujinha muito fofa que amo de paixão! É uma das minhas espécies favoritas e eu já tive a honra de poder ver uma pessoalmente. Neste jornal, pretendo dar ênfase aos animais brasileiros, mas com certeza também farei de outras espécies que existem neste planeta. Pretendo também ilustrar plantas e cogumelos… Espero conseguir!

A coruja-buraqueira pertence a Família Strigidae. É uma ave pequena, seus olhos são grandes e estão localizados lado a lado, por isso elas precisam movimentar o pescoço para poder ver o que há seu redor. A sua visão é binocular, ou seja, enxerga um objeto com ambos os olhos e ao mesmo tempo. Ela consegue ver os objetos em três dimensões! Que incrível! Mas a sua característica mais marcante é o fato de que ela costuma se posicionar em apenas uma das pernas e este comportamento não é copiado por outras espécies de corujas.

Ela gosta de ocupar tocas que foram abandonadas por alguns mamíferos (seria a coruja-buraqueira um hobbit? haha), mas também pode cavar a sua própria toca através de suas garras e bico. Gosta de viver em planícies, praias, restingas, desertos, campos e até em aeroportos.

Possui a coloração em tons terrosos, variando de marrom ao bege. Esta espécie tem a capacidade de mimetismo, que é bastante raro em aves. Às vezes a cor de sua plumagem pode alterar devido ao hábito que ela tem de viver na terra, especialmente se for terra roxa.

Na época da reprodução, a fêmea coloca seus ovos em buracos de tatus, cupinzeiros ou buracos na areia em regiões litorâneas. Em média são de 7 a 9 ovos por ninhada. A fêmea tem a tarefa de cuidar destes ovos, que quando eclodem, o macho tem a tarefa de buscar alimento para os filhotes.

Obrigada pela visita ♡