Saudações faéricas!

Neste mês de maio, uma de minhas leituras foi Virtude Selvagem, da escritora Marjorie Kinnan Rawlings. Eu li uma edição em português, mas decidi adquirir uma edição na língua original por causa das ilustrações. Eu amo livros ilustrados! Então vamos lá conhecer um pouquinho sobre esta história?

Estamos na Flórida de 1870, na época em que a vida selvagem prevalecia. Um lugar repleto de lobos, ursos, esquilos, cascáveis, e é claro: cervos. Neste lugar vive Jody e a sua família. Eles possuem uma vida bastante simples e é da natureza onde tiram todo o seu sustento para sobreviverem. Dependem da caça, da agricultura e das estações do local, ora muito seca, ora com tempestades violentas.

Jody, apesar de conviver com Júlia, a cadela de seu pai, sonha em poder criar o seu próprio bichinho de estimação. O pai não se opõem ao desejo do filho, porém a mãe é muito rígida. É com este ponto incial que no decorrer da história vamos acopmpanhar a relação de pai e filho e como eles conseguem sobreviver em um lugar tão selvagem. Além disso, vamos também acompanhar a luta de Jody para se tornar um bom homem diante de tantas dificuldades, como o garoto tenta compreender o que é certo e errado em sua mente tão pura.

“Escondeu o rosto nas cobertas chorando amargamente, ferido pela crueldade de toda a morte e pela piedade que sentia por todos os desamparados.”

“O corço alçou o focinho, farejando. Lentamente, Jody estendeu a mão poisando-lhe sobre o pescoço, e aquele contato fê-lo delirar de prazer.”

Esta leitura para mim foi muito difícil porque há situações que me fizeram sofrer. Mas ao mesmo tempo compreendo que a autora apenas descreveu o que realmente acontecia naquela época e como determinadas famílias conseguiam sobreviver. É um livro que certamente faz um leitor sensível como eu sentir sofrimento.

Uma fotografia bonitinha para encerrar a postagem.

Obrigada pela visita ♡